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SAMOG 2027: São Mateus se prepara para a feira do onshore capixaba
O Mundo Offshore dedicou seu episódio mais recente à SAMOG 2027, a feira do petróleo e gás em terra que acontece nos dias 3 e 4 de março de 2027, em São Mateus. Para falar do evento, o podcast recebeu três nomes que ajudam a construí-lo: Rafaele Cé, presidente da Rede Petro ES, organizadora da feira; Felipe Alfaia, da FAC Engenharia, que vai expor pelo segundo ano; e Diogo Poloni, da Foco Ambiente, ex-patrocinador e parceiro na organização. São Mateus: o berço do petróleo capixaba volta aos holofotes São Mateus, no norte do estado, é onde nasceu a produção de petróleo do Espírito Santo e concentra a maior atividade em terra. Segundo Rafaele Cé, o município projeta cerca de R$ 1,1 bilhão em investimentos nos próximos anos. O movimento vai além do óleo e gás. Estão previstas duas usinas termelétricas vindas do leilão de energia, e a Marcopolo amplia sua fábrica na região. A Seacrest segue como principal operadora local, e a NBS, primeira operadora 100% mateense, começou a produzir há menos de um mês. Para os convidados, investimentos feitos em terra fazem a economia local girar mais do que projetos offshore, cujos equipamentos muitas vezes são construídos fora do estado. Rede Petro ES: 183 empresas e muito negócio entre elas A Rede Petro ES, organizadora da SAMOG, reúne hoje 183 empresas associadas, que somam 42 mil funcionários e R$ 15,8 bilhões de faturamento anual. Segundo Diogo Poloni, o perfil mudou desde 2018: além de pequenas e médias, entram cada vez mais empresas grandes e bem estruturadas. Os convidados destacaram que boa parte dos negócios acontece dentro da própria rede, por indicação entre associados. Na Rio Oil & Gas deste ano, várias empresas capixabas expuseram, e a Rede Petro ES foi reconhecida nos corredores como referência do estado. SAMOG 2027: São Mateus se prepara para a feira do onshore capixaba Page 1 of 3Gás natural e biometano no centro da pauta A edição de 2027 vai dar destaque ao gás natural, ao biometano e às termelétricas. Um exemplo citado foi o da ES Gás, que começa a levar gás aos secadores de café, substituindo a lenha e melhorando a qualidade do grão. O biometano também ganhou espaço na conversa. Os convidados lembraram que o setor sucroalcooleiro já usa o combustível em termelétricas e que granjas da região, como as de Santa Maria de Jetibá, começam a enxergar potencial nos dejetos. Ônibus movidos a biometano também foram apontados como alternativa mais barata que os elétricos. ▶ Quer ouvir essa conversa na íntegra? Assista ao episódio completo no YouTube do Mundo Offshore
OS BILHÕES, AS NOVIDADES E TUDO O QUE VIMOS NA MAIOR FEIRA DE ENERGIA DO BRASIL
ROG.e 2026: os bilhões, as tecnologias e o futuro do offshore que vimos na maior feira de energia do Brasil A ROG.e 2026 terminou deixando uma mensagem muito clara para quem trabalha, investe ou pretende entrar na indústria de energia: o mercado brasileiro está diante de um novo ciclo de oportunidades, investimentos, tecnologia e geração de negócios. Realizada no Riocentro, no Rio de Janeiro, entre os dias 21 e 24 de setembro, a feira recebeu 83 mil visitantes, mais de 670 expositores e representantes de 77 países . Segundo o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), a realização do evento movimentou aproximadamente R$ 593 milhões na economia fluminense e mobilizou 13.881 empregos diretos em sua operação. O Mundo Offshore esteve dentro dessa história. Foram quatro dias percorrendo pavilhões, entrevistando empresas, conhecendo tecnologias, conversando com profissionais e observando de perto o que pode estar chegando à indústria brasileira nos próximos anos. E o tamanho do que vimos impressiona. Uma verdadeira cidade da energia Caminhar pela ROG.e ajuda a compreender algo que números isolados dificilmente conseguem demonstrar. Estamos falando de uma cadeia gigantesca. Petróleo e gás, engenharia, indústria naval, subsea, instrumentação, automação, manutenção, logística, segurança, treinamento, hotelaria offshore, fabricação de equipamentos, tecnologia e dezenas de outros segmentos estavam reunidos no mesmo lugar. Durante a cobertura do Mundo Offshore, atravessar os diferentes pavilhões podia consumir dezenas de minutos. E em praticamente todos eles havia algo novo para conhecer. Empresas brasileiras dividiram espaço com companhias e profissionais de diferentes partes do mundo. Havia uma forte presença internacional e uma quantidade impressionante de soluções tecnológicas. Segundo o IBP, 44% dos visitantes vieram de fora do Estado do Rio de Janeiro , enquanto a participação internacional cresceu 29% em comparação com a edição anterior. O mundo da energia estava reunido no Rio de Janeiro. Bilhões representados em um único ambiente Durante nossa cobertura fizemos um exercício para tentar dimensionar economicamente algumas das gigantes presentes na feira. Somando apenas algumas das maiores companhias participantes, chegamos a valores empresariais na casa de centenas de bilhões de dólares. Isso não significa, evidentemente, que esse dinheiro tenha sido movimentado durante os quatro dias da ROG.e. Mas ajuda a entender o tamanho das empresas e dos tomadores de decisão que estavam reunidos naquele espaço. Ali estavam companhias responsáveis por projetos bilionários, construção e operação de FPSOs, sistemas submarinos, embarcações, equipamentos industriais, tecnologia e algumas das maiores operações energéticas do planeta. Uma conversa iniciada em um corredor pode parecer pequena. Meses depois, ela pode se transformar em um contrato milionário. O Brasil se prepara para uma nova onda offshore Uma das maiores percepções deixadas pela ROG.e foi o otimismo em relação aos próximos anos da indústria brasileira. Novas unidades de produção, projetos de gás natural, investimentos em infraestrutura e expansão da indústria marítima significam oportunidades muito além das empresas responsáveis diretamente pela produção. Um FPSO não representa apenas petróleo. Representa manutenção, instrumentação, automação, elétrica, mecânica, hotelaria, alimentação, logística, aviação, embarcações de apoio, segurança, inspeção, engenharia, construção, treinamento e uma enorme cadeia de fornecedores. Quando um grande projeto offshore começa a operar, seu impacto econômico atravessa diversos setores. Sergipe mostra a dimensão dessa transformação Um dos grandes exemplos desse novo momento está em Sergipe. O desenvolvimento de Sergipe Águas Profundas prevê grandes unidades de produção offshore e uma enorme infraestrutura associada. No SEAP II está previsto um FPSO com capacidade para produzir até 120 mil barris de petróleo por dia e processar 12 milhões de metros cúbicos de gás diariamente . Os projetos de Sergipe Águas Profundas poderão disponibilizar ao mercado até 18 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia . As operações ocorrerão em águas ultraprofundas e o primeiro óleo está previsto para 2030. Um projeto dessa dimensão não movimenta apenas uma plataforma. Movimenta cidades, fornecedores, empresas de logística, hotéis, portos, aeroportos, centros de treinamento e milhares de trabalhadores. Espírito Santo também quer ocupar esse espaço A ROG.e também mostrou a força das empresas capixabas. O Espírito Santo possui posição logística estratégica, indústria de petróleo e gás consolidada, portos, mineração, metalmecânica, engenharia e uma cadeia de fornecedores que já atende operações dentro e fora do estado. Empresas capixabas estiveram presentes mostrando tecnologia, capacidade técnica e soluções para a indústria. E existe um enorme potencial para ampliar essa participação. São Mateus e o Norte do Espírito Santo, por exemplo, possuem uma história profundamente conectada ao petróleo brasileiro e poderão ocupar posição ainda mais importante nesse novo ciclo de desenvolvimento. Tecnologia para evitar paradas de produção Entre as tecnologias que chamaram a atenção do Mundo Offshore durante a feira estavam soluções apresentadas pela 6XPHERE , representante no Brasil de tecnologias da 3X Engineering. A empresa trabalha com soluções de reparo utilizando materiais compósitos aplicados a tubulações e equipamentos industriais. Para uma indústria de processo contínuo, isso é extremamente relevante. Uma parada não programada pode representar enormes perdas financeiras. Tecnologias capazes de executar determinados reparos reduzindo ou eliminando a necessidade de interromper uma operação podem transformar completamente a maneira como determinados problemas de manutenção são enfrentados. É nesse momento que inovação deixa de ser apenas discurso. Ela passa a representar produtividade. Engenharia também é conhecimento Outro encontro marcante aconteceu com a FAC Engenharia , empresa capixaba que atua com diferentes soluções industriais. Durante a feira, o estande se transformou também em um espaço de troca de conhecimento. Profissionais chegavam com dúvidas técnicas, conversavam sobre aplicações e discutiam soluções de engenharia. Isso resume muito bem uma das características mais importantes de eventos como a ROG.e. As grandes feiras industriais não são apenas vitrines de produtos. São enormes ambientes de conhecimento. Segurança continua sendo um dos pilares do offshore A cobertura realizada com a FCO Offshore também trouxe uma discussão fundamental: treinamento e segurança. Em uma indústria que trabalha com ambientes complexos e operações de alto risco, treinamento não pode ser tratado apenas como obrigação documental. Procedimentos e padrões atuais foram construídos também a partir das lições deixadas por grandes acidentes da história offshore. Um dos exemplos mais conhecidos é Piper Alpha, tragédia ocorrida no Mar do Norte em 1988 e que se tornou uma referência mundial quando se discute segurança offshore. Segurança existe por um motivo muito simples: fazer as pessoas voltarem para casa. Uma cadeia gigantesca de fornecedores A ROG.e também permitiu ao Mundo Offshore acompanhar empresas de diferentes partes da cadeia industrial. Passamos por organizações como DOF, SBM Offshore, Metroval, Ideal Work , além de companhias de engenharia, manutenção, instrumentação, treinamento, indústria marítima e tecnologia. A Ideal Work, responsável também por uniformes utilizados pela equipe do Mundo Offshore, recebeu durante a feira reconhecimento na 9ª edição do Prêmio Melhores Fornecedores Petrobras. Esses exemplos ajudam a mostrar algo importante. Quando falamos em offshore, muitas pessoas imaginam apenas plataformas, navios e helicópteros. Mas existe uma gigantesca cadeia trabalhando por trás de cada operação. Networking pode virar negócio Outra grande lição da ROG.e está nas relações construídas durante o evento. Networking não significa apenas distribuir cartões. Significa conectar pessoas capazes de resolver problemas umas das outras. Uma empresa pode conhecer um fornecedor que ainda não precisa hoje, mas precisará amanhã. Um profissional pode conhecer alguém que posteriormente abrirá uma oportunidade. Duas empresas podem descobrir que possuem competências complementares. Durante a feira, o próprio Mundo Offshore acabou funcionando como um ponto de conexão entre empresas e profissionais. Algumas apresentações aconteceram simplesmente porque percebemos que duas empresas deveriam conversar. É assim que negócios começam. A corrida por profissionais qualificados Existe, entretanto, um desafio enorme pela frente. Não basta existir investimento. Será necessário encontrar profissionais preparados. Projetos offshore exigem pessoas de manutenção, operação, elétrica, instrumentação, mecânica, segurança, engenharia, logística, hotelaria, saúde, suprimentos e dezenas de outras especialidades. Algumas dessas funções exigem anos de experiência. E isso significa que a preparação precisa começar antes de os grandes projetos entrarem em operação. Mas existe um alerta importante. O crescimento do mercado não significa que qualquer curso garantirá emprego. Qualificação precisa ter direção. Antes de investir dinheiro, o profissional precisa entender onde sua experiência pode ser aproveitada, quais empresas contratam aquele perfil e quais certificações são realmente exigidas. Inglês está cada vez mais importante A internacionalização observada na ROG.e deixou outra mensagem. Em praticamente todos os pavilhões havia profissionais estrangeiros. Inglês, italiano e outros idiomas eram ouvidos constantemente pelos corredores. Em muitas carreiras da indústria de petróleo, gás e marítima, o inglês já deixou de ser simplesmente um diferencial. Manuais, treinamentos, reuniões, fabricantes, normas, fornecedores e equipes internacionais fazem parte da realidade do setor. Quanto mais internacionalizada estiver a indústria brasileira, maior será essa necessidade. O Mundo Offshore também mudou depois da ROG.e Para nossa equipe, a ROG.e 2026 também representou um divisor de águas. Chegamos ao Riocentro com uma operação estruturada de produção de conteúdo, entrevistas, cobertura, relacionamento comercial e geração de conexões. E encontramos algo que nenhum número consegue explicar completamente. Encontramos pessoas. Profissionais que acompanham o Mundo Offshore há anos. Pessoas que disseram ter começado a estudar depois de assistir aos nossos conteúdos. Trabalhadores que decidiram tentar uma nova carreira. Empresários que passaram a enxergar oportunidades diferentes. E pessoas que simplesmente chegaram para agradecer. Talvez esse seja o maior resultado que um veículo de comunicação possa alcançar. Informação pode mudar uma decisão. Uma decisão pode mudar uma carreira. E uma carreira pode mudar uma família inteira. O futuro do offshore brasileiro já começou Depois de quatro dias percorrendo a ROG.e 2026, uma conclusão ficou muito clara. O Brasil está diante de uma transformação importante em sua indústria de energia. Existem novos projetos. Existem investimentos. Existem empresas crescendo. Existem tecnologias chegando. Existem oportunidades surgindo. Mas também existe uma corrida. Empresas precisarão se preparar. Fornecedores precisarão aumentar sua competitividade. Profissionais precisarão buscar qualificação. Cidades precisarão desenvolver infraestrutura. E quem começar a observar esse movimento somente quando os grandes projetos entrarem em operação poderá descobrir que chegou tarde. Os bilhões investidos na indústria offshore não ficam apenas dentro das plataformas. Eles atravessam estaleiros, portos, aeroportos, fábricas, oficinas, hotéis, universidades, centros de treinamento, restaurantes e milhares de empresas. No final dessa enorme cadeia estão as pessoas. A ROG.e 2026 mostrou o tamanho do que está acontecendo. E o Mundo Offshore continuará acompanhando essa transformação. Porque o futuro do offshore brasileiro não está chegando. Ele já começou.
Conectando o Offshore ao Futuro: O desafio das empresas em acompanhar a transformação das telecomunicações industriais
Conectando o Offshore ao Futuro: O desafio das empresas em acompanhar a transformação das telecomunicações industriais As telecomunicações industrial são muito mais do que conectar usuários à internet. Mas será que as empresas realmente compreendem a complexidade dessa infraestrutura? E quando falamos em transformação digital e inteligência artificial, os profissionais estão preparados para essa mudança ou apenas cumprem tarefas? Essas são algumas das perguntas que norteiam o novo episódio da Série Capital Humano, do Podcast Mundo Offshore. O apresentador Theo recebe os profissionais Wesley, Giliad e Raul para um debate profundo sobre os desafios enfrentados por profissionais de telecomunicações dentro das organizações e sobre o papel da liderança, da educação e da IA na construção de ambientes verdadeiramente preparados para o futuro. Durante a conversa, os especialistas abordam temas fundamentais para empresas, gestores, profissionais de RH e trabalhadores de todos os segmentos, como: O que realmente significa telecomunicações onshore e offshore; A arquitetura invisível dos cabos submarinos de fibra ótica; Inteligência artificial transformando operações industriais; Desenvolvimento de carreira em setores em transformação; Barreiras invisíveis enfrentadas por profissionais técnicos; O papel da liderança na valorização de talentos; Como transformar educação profissional em ações concretas; A importância de reconhecer e apoiar profissionais em setores críticos. Mais do que entender apenas a tecnologia, as empresas precisam reconhecer que o setor de telecomunicações exige conhecimento profundo, preparo contínuo e valorização de profissionais que trabalham sob pressão constante. Criar um ambiente onde técnicos e líderes possam contribuir sem medo de perderem suas posições para a automação é um dos maiores desafios das organizações modernas. Este episódio convida gestores, profissionais de Recursos Humano, líderes e colaboradores a refletirem sobre como construir carreiras mais sólidas, preparar equipes para as transformações tecnológicas e criar ambientes de trabalho que valorizem tanto a expertise existente quanto a adaptação necessária para o futuro.
O QUE O RH NÃO TE CONTA
Por que você não foi contratado? Você já enviou dezenas de currículos e ficou sem resposta? Ou tem a sensação de que seu perfil no LinkedIn simplesmente não gera oportunidades? Se essas perguntas já passaram pela sua cabeça, este episódio do Podcast Mundo Offshore foi feito para você. O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e, muitas vezes, pequenos detalhes podem definir quem avança ou quem é eliminado de um processo seletivo. Mais do que experiência técnica, recrutadores observam comportamento, posicionamento profissional, comunicação e a forma como cada candidato apresenta sua trajetória. Para desvendar os bastidores do recrutamento e da seleção, a apresentadora Juliana Frasson recebe duas especialistas que vivem essa realidade diariamente: Madelon Calente – Especialista em Desenvolvimento Humano e Organizacional. Letícia Bertoldi – Especialista em Recrutamento & Seleção. Durante a conversa, elas compartilham conhecimentos práticos sobre o que realmente pesa na decisão de uma contratação e esclarecem dúvidas que milhares de profissionais enfrentam diariamente. Neste episódio você vai descobrir: Os principais erros que eliminam candidatos antes mesmo da entrevista; Como tornar seu currículo mais estratégico; O que realmente faz diferença em um perfil do LinkedIn; O que os recrutadores analisam antes do primeiro contato; Como se preparar para entrevistas de emprego; Como identificar empresas que estejam alinhadas aos seus valores e objetivos profissionais; Dicas para aumentar suas chances de conquistar novas oportunidades e crescer na carreira. Independentemente de você estar buscando sua primeira oportunidade, uma recolocação profissional ou uma evolução na carreira, este episódio traz informações valiosas para quem deseja compreender como funciona o processo de recrutamento sob a perspectiva de quem contrata. No Mundo Offshore , acreditamos que informação de qualidade também é uma ferramenta de transformação profissional. Entender como as empresas recrutam é um dos passos mais importantes para quem deseja conquistar espaço em um mercado cada vez mais exigente. Não perca mais um episódio do Podcast Mundo Offshore e descubra tudo aquilo que, muitas vezes, o RH não conta, mas que pode fazer toda a diferença na sua próxima contratação.
Podcast Mundo Offshore | Série Capital Humano
Segurança Psicológica Para Quem? O desafio das empresas que querem incluir sem compreender a neurodivergência A segurança psicológica tem ganhado cada vez mais espaço nas discussões sobre gestão de pessoas. Mas será que ela realmente alcança todos os profissionais? E quando falamos em inclusão, as empresas estão preparadas para compreender a neurodivergência ou apenas cumprem protocolos? Essas são algumas das perguntas que norteiam o novo episódio da Série Capital Humano , do Podcast Mundo Offshore . A apresentadora Juliana Frasson , especialista em Gestão Estratégica & Inclusão, recebe as psicólogas Mariana Spelta e Wandra Uliana para um debate profundo sobre os desafios enfrentados por profissionais neurodivergentes dentro das organizações e sobre o papel da liderança na construção de ambientes verdadeiramente inclusivos. Durante a conversa, as especialistas abordam temas fundamentais para empresas, gestores, profissionais de RH e trabalhadores de todos os segmentos, como: O que realmente significa segurança psicológica; Neurodivergência no ambiente de trabalho; Inclusão além do discurso; Barreiras invisíveis enfrentadas por profissionais neurodivergentes; O papel da liderança na construção de equipes mais saudáveis; Como transformar cultura organizacional em ações concretas. Mais do que cumprir indicadores de diversidade, as empresas precisam compreender que inclusão exige conhecimento, preparo e mudança de comportamento. Criar um ambiente onde as pessoas possam contribuir sem medo de julgamento é um dos maiores desafios das organizações modernas. Este episódio convida gestores, profissionais de Recursos Humanos, líderes e colaboradores a refletirem sobre como construir ambientes de trabalho mais humanos, seguros e produtivos para todos.
SÉRIE PROFISSÕES | TÉCNICO DE SEGURANÇA OFFSHORE
🎙️ SÉRIE PROFISSÕES | TÉCNICO DE SEGURANÇA OFFSHORE Você sabe o que faz um Técnico de Segurança do Trabalho em uma plataforma de petróleo? Muito além de fiscalizações e documentos, esse profissional é responsável por proteger vidas em um dos ambientes de trabalho mais desafiadores do planeta. No próximo episódio da Série Profissões, vamos conversar com Gabriel Codibela , Técnico de Segurança do Trabalho, para entender na prática: ✅ Como é a rotina embarcada ✅ Os maiores desafios da profissão ✅ Gestão de riscos e cultura de segurança ✅ O mercado de trabalho offshore ✅ Conselhos para quem deseja seguir essa carreira Uma conversa imperdível para quem já trabalha na área, deseja embarcar ou quer conhecer melhor os bastidores da segurança nas operações offshore. Ative o lembrete, compartilhe com seus colegas e venha conhecer uma das profissões mais importantes da indústria de energia.
Ações trabalhistas, previdenciárias e tributárias
Você conhece seus direitos… ou só descobre quando o problema aparece? No próximo episódio do Podcast Mundo Offshore, Juliana Resende vai falar sobre ações trabalhistas, previdenciárias e tributárias de uma forma direta, simples e sem enrolação. ⚖️ Direitos trabalhistas 📄 Previdência e aposentadoria 💰 Questões tributárias 🧠 Estratégias e informações que podem mudar seu futuro Se você pensa em se aposentar, entender seus direitos ou evitar prejuízos, esse episódio é pra você. Com Juliana Resende.
Jean Paul Prates participa do Podcast Mundo Offshore
Um debate sobre petróleo, geopolítica, energia renovável e o futuro da soberania energética brasileira O cenário energético mundial atravessa um dos momentos mais estratégicos das últimas décadas. Conflitos geopolíticos, disputas comerciais, transição energética, segurança alimentar e investimentos em infraestrutura colocam a energia no centro das decisões que definirão o futuro de países e economias. É nesse contexto que o Podcast Mundo Offshore recebe Jean Paul Prates para uma conversa aprofundada sobre os principais desafios e oportunidades do setor energético brasileiro e mundial. O episódio abordará como as tensões no Oriente Médio e a importância estratégica do Estreito de Ormuz influenciam não apenas o mercado internacional de petróleo, mas também a disponibilidade de fertilizantes, o custo da produção agrícola, o transporte global e, consequentemente, o preço dos alimentos. Outro tema central será a diferença de valorização entre grandes companhias internacionais do setor de energia e a Petrobras. O debate buscará explicar como fatores econômicos, políticos, regulatórios e estratégicos influenciam a percepção do mercado sobre essas empresas e seus ativos. A conversa também analisará o papel do Brasil na geopolítica da energia, destacando a importância dos investimentos em refino, da retomada da produção nacional de fertilizantes e da busca por maior segurança energética e industrial. A transição para uma matriz energética mais sustentável também terá espaço no debate. Serão discutidos os avanços das energias renováveis no mundo, os países que lideram esse processo e o protagonismo brasileiro, especialmente o exemplo do Rio Grande do Norte, que se consolidou como referência nacional na geração de energia eólica. Entre os assuntos de maior relevância está ainda um desafio pouco conhecido pelo público: o corteamento (curtailment) da energia renovável. O fenômeno ocorre quando usinas eólicas e solares produzem eletricidade, mas parte dessa geração não consegue ser entregue ao sistema elétrico devido à insuficiência da infraestrutura de transmissão, resultando em desperdício de energia limpa e prejuízos para o setor. Mais do que discutir petróleo, o episódio propõe uma reflexão sobre desenvolvimento econômico, competitividade, segurança alimentar, inovação tecnológica e soberania nacional. Afinal, compreender a energia é compreender os fatores que moldam a economia, a indústria e a qualidade de vida da população. O Podcast Mundo Offshore com Jean Paul Prates será transmitido no dia 19 de maio, às 19h. Será uma oportunidade para acompanhar uma análise ampla e acessível sobre os grandes temas que movimentam o setor de energia e que impactam diretamente o presente e o futuro do Brasil.
SÉRIE CAPITAL HUMANO: NR-1 EM TRANFORMAÇÃO
Se você atua na indústria, lidera equipes ou toma decisões que impactam pessoas e operação, esse episódio é pra você. As recentes atualizações da NR-1 não são apenas uma mudança normativa — elas sinalizam uma transformação mais profunda na forma como as empresas precisam enxergar segurança, comportamento e responsabilidade dentro do ambiente de trabalho. Mais do que cumprir regras, estamos falando de cultura, gestão e, principalmente, de pessoas. E é exatamente sobre isso que vamos falar hoje. Juliana Frasson, especialista em Gestão Estratégica e Inclusão, recebe Mariana Spelta, Psicóloga Clínica e Mestre em Desenvolvimento Humano, e Wandra Uliana, Psicóloga Organizacional, para uma conversa direta, prática e necessária sobre os impactos reais dessas mudanças — especialmente no contexto da indústria. Ao longo desse episódio, você vai entender o que de fato muda com a NR-1, quais são os riscos de uma adaptação superficial e como transformar essa exigência em uma vantagem estratégica para o seu negócio. Esse não é só mais um tema técnico — é uma pauta que já está moldando o presente e o futuro do trabalho.
Nutrição Offshore
Conheça a profissão que ajuda a manter uma plataforma funcionando Quando pensamos em uma plataforma de petróleo, é comum imaginar operadores, técnicos, engenheiros e profissionais de manutenção trabalhando dia e noite para garantir a produção de energia. Mas existe uma profissão indispensável para o funcionamento de toda essa operação e que, muitas vezes, passa despercebida: a do Nutricionista Offshore . Muito além de elaborar cardápios, esse profissional é responsável por garantir que centenas de trabalhadores recebam uma alimentação equilibrada, segura e de qualidade, mesmo em um ambiente com grandes desafios logísticos e operacionais. Planejamento nutricional, controle de qualidade dos alimentos, gestão de estoques, cumprimento das normas sanitárias e acompanhamento da saúde alimentar da tripulação fazem parte da rotina de quem atua embarcado. Cada refeição servida influencia diretamente o bem-estar, a produtividade e a segurança de toda a equipe. Na próxima edição da Série Profissões , o Mundo Offshore recebe Carina Oliveira , Nutricionista Offshore, para um bate-papo sobre os bastidores dessa carreira, os desafios do dia a dia, as oportunidades da profissão e a importância da nutrição dentro da indústria de petróleo e gás. Se você deseja trabalhar embarcado, tem curiosidade sobre as diversas profissões presentes nas plataformas ou quer conhecer mais uma carreira fundamental para o setor offshore, este episódio é para você. Ative o lembrete e acompanhe mais um episódio da Série Profissões no canal do Mundo Offshore . Porque mostrar a realidade da indústria é a nossa missão. Aqui, você conhece as pessoas, as profissões e os bastidores que fazem o setor offshore acontecer todos os dias.
Seu Direito
Informação que protege, direitos que transformam. No dia 28/04 às 19h, Juliana Resende traz um conteúdo direto sobre ações trabalhistas e o que você realmente precisa saber. Assista e compartilhe com quem precisa entender seus direitos.
Autismo e o Mercado de Trabalho
Você vai entender por que o autismo não é uma limitação e sim uma diferença que o mercado ainda não aprendeu a valorizar. Hoje a nossa Ju estará do outro lado da mesa, sendo entrevistada, falando sobre a sua vivência em uma família atípica e Inclusão de verdade. E conosco, Mariana Spelta, psicóloga clínica e mestre em desenvolvimento humano. E esse é o Podcast Mundo Offshore. Um episódio necessário. Atual. E que pode mudar a forma como você enxerga talento, liderança e o futuro do trabalho.
